8 de junho de 2020
Carro
Desde o começo da epidemia tenho usado muito pouco o carro. Só mesmo para ir no mercado e ir ao hospital quando meu pai esteve internado. A última vez que abasteci o tanque foi no final de março e desde então tento dar partida uma vez por semana por alguns minutos.
Não sinto falta do carro, não tenho essa vaidade automobilística. Meu carro é usado e já tem sete anos. Pra mim é só uma ferramenta para chegar nos lugares, especialmente numa cidade com transporte público ruim para quem não mora nas áreas nobres. Mas é essencial aqui na cidade, ainda mais nesse contexto de epidemia.
De qualquer forma, não sinto falta nenhuma de dirigir, mas não penso em me desfazer do carro, mesmo que o home office seja mantido após o final da quarentena.
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