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5 de maio de 2022
Ainda na yoga
10 de janeiro de 2022
Pequenos remédios para a minha saúde mental na pandemia
Não tem sido fácil ter um pouco de saúde mental nos últimos meses. Não que antes fosse fácil, mas acho que a pandemia intensificou tudo. Ao mesmo tempo é preciso se adaptar e tentar sobreviver todos os dias. E sei que tenho muitos privilégios, como trabalhar em casa e ter saúde.
Resolvi então escrever sobre alguns dos remédios que me ajudam.
Meu marido é um dos principais. Nós nos unimos mais ainda e criamos uma rotina semanal para a faxina, o preparo da comida, as compras, nosso happy hour e tudo mais. Não brigamos nesses últimos tempos mesmo que o nosso trabalho seja de casa e estamos praticamente 24h juntos.
Tominhas, nosso cachorro, tem ajudado muito. Eu não tinha ideia de como era ter cachorro. Os nossos passeios de manhã cedo aqui perto de casa. Enquanto ele descobre a vizinhança escuto alguns podcasts e vejo as plantas, os insetos, as outras pessoas e bichos, além de o tempo todo ver como ele é um cachorro incrível. É muito esperto e tem muita personalidade. Ele tem me ensinado que mesmo pequeno ele também tem suas escolhas, humores e autonomia.
Resolvi então escrever sobre alguns dos remédios que me ajudam.
Meu marido é um dos principais. Nós nos unimos mais ainda e criamos uma rotina semanal para a faxina, o preparo da comida, as compras, nosso happy hour e tudo mais. Não brigamos nesses últimos tempos mesmo que o nosso trabalho seja de casa e estamos praticamente 24h juntos.
Tominhas, nosso cachorro, tem ajudado muito. Eu não tinha ideia de como era ter cachorro. Os nossos passeios de manhã cedo aqui perto de casa. Enquanto ele descobre a vizinhança escuto alguns podcasts e vejo as plantas, os insetos, as outras pessoas e bichos, além de o tempo todo ver como ele é um cachorro incrível. É muito esperto e tem muita personalidade. Ele tem me ensinado que mesmo pequeno ele também tem suas escolhas, humores e autonomia.
Converso quase todos os dias com minha família e amigos pelos aplicativos de mensagem. Tem amigos que não vejo desde que comecei a pandemia, mas mesmo assim me sinto conectado pelas mensagens, memes, vídeos engraçados.
Trabalho de casa desde que começou a pandemia. E algumas pessoas do meu setor foram obrigadas a voltarem ao presencial e não consigo entender. Quase todo mundo se adaptou ao remoto, não vejo porque obrigar pessoas a voltarem ao presencial. De qualquer forma, minha rotina tem sido muito boa e tenho interagido com os colegas e meu chefe pelos aplicativos de mensagem do trabalho, além de poder acessar os documentos pelos sistemas de armazenamento na nuvem. Mesmo as reuniões que antes durariam várias horas (e às vezes seriam preciso viajar) agora são bem mais rápidas. Trabalho praticamente de pijama.
Alimentação é essencial também. Desde que tivemos covid no começo de 2020 resolvemos nos alimentar melhor e regularizar as taxas todas. Desde então meu marido planeja um menu na semana e cozinha enquanto eu faço a faxina na casa. É uma trabalheira, mas faz muita diferença comer bem. As comidas são simples e no almoço quase sempre é frango, mas não acho enjoativo. É comida boa, saudável, temperada. Não sinto mais incômodo, refluxo, azia e conseguimos perder muitos quilos. No final de semana a gente abre algumas exceções.
Tenho tentado dormir bem. Não uso mais alarme desde que comecei a trabalhar de casa e percebi que tenho ido dormir mais cedo, além de acordar mais cedo. Alguns dias acordo 05h30 e vou dormir um pouco depois das 22h. Parece que vivo na roça, mas é uma rotina que naturalmente me corpo chegou.
No final da tarde, quando acabamos de trabalhar, a gente tenta caminhar aqui por perto. Tentamos correr alguns dias, mas não rolou. Na caminhada a gente consegue conversar, ver as coisas que acontecem. A gente procura caminhar pela ruas sem saída das casas aqui perto, pois são menos movimentadas que o calçadão.
A yoga que faço em casa tem me ajudado muito também. Eu havia começado aulas em 2009 e fiz durante um ano. Depois deixei de lado e fui redescobrir nos primeiros meses da pandemia. Desde então faço ao menos duas vezes por semana. Sempre acordo cedo e então faço enquanto o dia amanhece. É a mesma aula de sempre, com posições sentado, em pé, depois deitado e no final um relaxamento. Percebi que estou mais flexível e a meditação guiada no final me ajuda muito. Mesmo nas férias não deixei de fazer.
O kindle é outro remédio. Tenho conseguido ler todos os dias depois do almoço. Mesmo que poucas páginas por dia, de repente consegui terminar vários livros. O kindle facilita muito. Tentei ler vários livros ao mesmo tempo, mas descobri que o melhor para mim é ler um de cada vez. Simplesmente abro a capa e ele já inicia na página que parei. Gosto do medidor de quantos minutos faltam para terminar um capítulo ou um conto, mas algumas vezes paro no meio mesmo e retomo no dia seguinte.
Quase não temos saído de casa. Conseguimos encomendar as compras de mercado e outras coisas que precisamos para entregar em casa. Temos saída apenas para comprar coisas no verdurão e para visitar nossa família. Sempre com as máscaras PFF2 e só tiramos quando chegamos em casa.
Videogame é algo inesperado. Não imaginei que fosse gostar tanto dos novos jogos. Nos dias que não faço yoga jogo um pouco de manhã cedo. E fico impressionado que alguns jogos têm já mais de cinquenta horas que estou neles. Blasphemous, Castlevania Requiem, Last of Us (partes 1 e 2) e os DOOM (I, II, III e 2016) são os que mais tenho jogado. É engraçado que gosto mais dos jogos antigos. Vários desses jogos têm mais de 20 anos e acho incrível que ainda são jogados e disponibilizados nas lojas virtuais. Sempre fico de olho nas promoções e nas resenhas. Comprei o Witcher 3 para depois que terminar Last of Us parte 2. E quero comprar Quake e Bloodstained quando tiver promoção.
Não tem sido nada fácil ter um pouco de saúde mental com a pandemia, mas é bom reconhecer o que me tem feito bem nesses últimos meses e que me ajudam a sobreviver. Ainda não tem previsão de quando a pandemia vai acabar. Já são quase dois anos e agora os casos aumentaram bastante. Mas uma hora vai terminar. E quero sobreviver e estar com saúde.
Alimentação é essencial também. Desde que tivemos covid no começo de 2020 resolvemos nos alimentar melhor e regularizar as taxas todas. Desde então meu marido planeja um menu na semana e cozinha enquanto eu faço a faxina na casa. É uma trabalheira, mas faz muita diferença comer bem. As comidas são simples e no almoço quase sempre é frango, mas não acho enjoativo. É comida boa, saudável, temperada. Não sinto mais incômodo, refluxo, azia e conseguimos perder muitos quilos. No final de semana a gente abre algumas exceções.
Tenho tentado dormir bem. Não uso mais alarme desde que comecei a trabalhar de casa e percebi que tenho ido dormir mais cedo, além de acordar mais cedo. Alguns dias acordo 05h30 e vou dormir um pouco depois das 22h. Parece que vivo na roça, mas é uma rotina que naturalmente me corpo chegou.
No final da tarde, quando acabamos de trabalhar, a gente tenta caminhar aqui por perto. Tentamos correr alguns dias, mas não rolou. Na caminhada a gente consegue conversar, ver as coisas que acontecem. A gente procura caminhar pela ruas sem saída das casas aqui perto, pois são menos movimentadas que o calçadão.
A yoga que faço em casa tem me ajudado muito também. Eu havia começado aulas em 2009 e fiz durante um ano. Depois deixei de lado e fui redescobrir nos primeiros meses da pandemia. Desde então faço ao menos duas vezes por semana. Sempre acordo cedo e então faço enquanto o dia amanhece. É a mesma aula de sempre, com posições sentado, em pé, depois deitado e no final um relaxamento. Percebi que estou mais flexível e a meditação guiada no final me ajuda muito. Mesmo nas férias não deixei de fazer.
O kindle é outro remédio. Tenho conseguido ler todos os dias depois do almoço. Mesmo que poucas páginas por dia, de repente consegui terminar vários livros. O kindle facilita muito. Tentei ler vários livros ao mesmo tempo, mas descobri que o melhor para mim é ler um de cada vez. Simplesmente abro a capa e ele já inicia na página que parei. Gosto do medidor de quantos minutos faltam para terminar um capítulo ou um conto, mas algumas vezes paro no meio mesmo e retomo no dia seguinte.
Quase não temos saído de casa. Conseguimos encomendar as compras de mercado e outras coisas que precisamos para entregar em casa. Temos saída apenas para comprar coisas no verdurão e para visitar nossa família. Sempre com as máscaras PFF2 e só tiramos quando chegamos em casa.
Videogame é algo inesperado. Não imaginei que fosse gostar tanto dos novos jogos. Nos dias que não faço yoga jogo um pouco de manhã cedo. E fico impressionado que alguns jogos têm já mais de cinquenta horas que estou neles. Blasphemous, Castlevania Requiem, Last of Us (partes 1 e 2) e os DOOM (I, II, III e 2016) são os que mais tenho jogado. É engraçado que gosto mais dos jogos antigos. Vários desses jogos têm mais de 20 anos e acho incrível que ainda são jogados e disponibilizados nas lojas virtuais. Sempre fico de olho nas promoções e nas resenhas. Comprei o Witcher 3 para depois que terminar Last of Us parte 2. E quero comprar Quake e Bloodstained quando tiver promoção.
Não tem sido nada fácil ter um pouco de saúde mental com a pandemia, mas é bom reconhecer o que me tem feito bem nesses últimos meses e que me ajudam a sobreviver. Ainda não tem previsão de quando a pandemia vai acabar. Já são quase dois anos e agora os casos aumentaram bastante. Mas uma hora vai terminar. E quero sobreviver e estar com saúde.
13 de outubro de 2021
Feriado
6 de maio de 2021
Um ano de Yoga
No começo tinha dificuldade com várias posições, principalmente a cachorro com cabeça baixa, o barco e ter alongamento para conseguir segurar os pés. Mas aos poucos o corpo se adapta, sem forçar, no próprio ritmo.
Já testei vários horários, mas tenho gostado do começo da manhã, logo que acordo, antes de passear com Tominhas e tomar café da manhã. Melhora meu dia, melhora meu humor. E sinto meu corpo mais flexível, mais presente. É um momento meu. E talvez yoga seja isso, seja algo individual, algo silencioso. Ao menos pra mim. Há tantas yogas e tantas práticas. Ao menos encontrei a minha.
10 de novembro de 2020
Seis meses de Yoga
6 de agosto de 2020
Travesseiro para os olhos
16 de julho de 2020
Respirioga
Alguns dias têm sido bem puxados. Trabalhar em casa não é sinômino de tranquilidade. Claro, é bem melhor do que enfrentar trânsito para ir e voltar e tudo mais. Mas esses dias têm sido bem chatos, cheios de reuniões e mensagens no computador e no celular. Decidi pausar um pouco e fazer uma prática de ioga no meio do expediente, ainda mais com uma reunião maluca marcada para às 19h. Já que vou ter que ficar mais tarde, vou parar um pouco no meio da tarde. E foi ótimo. O celular apitou um monte, fiquei um pouco ligado ainda no trabalho, mas logo desliguei e comecei a respirar fundo e a entrar na prática da ioga. E fiz a sessão inteira e com o relaxamento no final. A essa altura os apitos do celular não significavam mais nada. Foi ótimo! Parece que voltei um pouco a mim, voltei a me priorizar. Que bom que descobri uma prática que tem me ajudado tanto. Já são dois meses que consigo fazer todas as semanas. E quero continuar!
16 de junho de 2020
Yogue
Tem um mês e pouco que tenho feito yoga três vezes por semana. O mesmo vídeo, a mesma série. Eu criei um mp3 com base no vídeo e coloquei no celular, pois já sei mais ou menos os movimentos, então uso só a voz do instrutor para me guiar. E tem me feito muito bem. É uma série simples, mas com poses sentado, em pé e deitado, além de focar no corpo todo, na respiração, na postura. Eu só tive melhoras. Noto que não sinto mais dores nas costas de ficar o dia na frente do computador. E minha postura e minha forma de andar melhoraram também, além da respiração. E nessas poucas semanas já noto uma diferença na minha elasticidade. Ontem fiquei estressado com alguma coisa no trabalho, mas então de tarde resolvi fazer minha aula de yoga e sempre me sinto melhor, ainda mais por ter um pequeno relaxamento no final. Espero levar essa prática para a vida!
20 de maio de 2020
Ioga
18 de maio de 2020
Passarinhos
Acordei cedo e vim me preparar para a yoga no escritório aqui de casa. Abri a janela e encontro dois passarinhos no suporte do ar condicionado. Acho que são andorinhas. Moro no décimo terceiro andar e sempre me surpreendo com os pássaros que aparecem por aqui. O dia já começou um pouco mais leve só por causa desses passarinhos.
O final de semana foi de tensão. Minha mãe teve febre e foi ao hospital. O resultado do exame foi dengue e é tão maluco estarmos em um momento no mundo em que é um alívio um diagnóstico de dengue. Ela já está melhor, mas estou bem tenso, ainda mais por ter saído de casa e ido ao hospital ficar com ela. Eu não saía de casa desde a páscoa e só de sair já voltei com medo de ter me infectado.
Foi bom ver esses passarinhos logo que acordei. Na hora que fui tirar a foto um deles já tinha voado.
6 de maio de 2020
Aula online
O semestre da faculdade foi suspenso por causa da quarentena, mas estou participando de dois mini cursos gratuitos pela internet e tem sido uma boa experiência por poder acompanhar em meu ritmo. Essas aulas têm sido um bom respiro para que o computador não seja só de trabalho. Aliás, o computador é usado para tudo: os videos de yoga, as aulas online, as compras de comida e produtos, compras de presentes e, claro, para trabalhar.
Eu gosto muito de fazer aulas e isso me faz um bem danado. E essas aulas online sempre trazem muitas coisas interessantes que eu não sabia.
4 de maio de 2020
Yoga na quarentena
Com essa pandemia eu não consegui fazer nenhuma atividade física desde a metade de março, quando foi minha última aula de natação. Olhei algumas aulas na internet, mas nada me motivou. Tentei usar as escadas do prédio, descer e subir os treze andares, mas não rolou, pois não é sempre que preciso descer para pegar algo na portaria ou na sala de correio e acabo me expondo ao vírus ao fazer isso.
Há muitos anos eu vi um vídeo de uma aula de Yoga (ou ioga ou yôga, sei lá) no YouTube e salvei no "assistir mais tarde". Eu vi que o vídeo já tem sete anos e eu nunca tinha parado para prestar atenção. Aquelas coisas de pensar que depois a gente olha e esse depois nunca chega. Então resolvi arriscar, deixei o tapetinho preparado e uma faixa no final de semana. Hoje acordei e segui todas as instruções. O bom é que são dois instrutores, um que fica de frente e o outro de lado, assim dá pra ter uma boa noção das posições. E o sotaque neozelandês é muito bom!
Eu fiz aulas de ioga há mais de dez anos, quando tinha acabado de ir morar junto com meu marido. A gente morava no final da Asa Norte e pertinho tinha um estúdio na comercial. Fiz por um ano e foi uma ótima experiência, acabei parando por preguiça mesmo. A aula do vídeo é bem parecida com a que eu fazia, mas estou bem enferrujado. Antigamente eu conseguia fazer até a inversão sobre a cabeça, agora vou pegar bem leve, pois não consegui fazer algumas poses no tempo que era necessário. Cada dia um pouquinho.
Foi bom esticar o corpo, respirar, suar um pouco e ver que é possível se adaptar nessa quarentena. Eu sempre acordo cedo e é bom aproveitar para fazer algo bom para o meu corpo. No final tem uma meditação de uns dez minutos que me ajudou muito. Depois é ajeitar as coisas, tomar o café da manhã com meu marido e começar o dia.
5 de janeiro de 2010
Iuga
Estou um pouco maluco, eu sei. Ando com vontade dessas coisas mais saudáveis. Hoje, por exemplo, acordei às seis e meia pra ir pra tal da yoga e apesar de completamente enferrujado consegui fazer quase tudo! Dei pra comer melhor também: menos carne, mais fruta e menos besteira. E agora comecei a planejar de acordar mais cedo alguns dias da semana pra ir correr no parque. Será que vou virar uma dessas pessoas saudáveis? Medo dessa vibe!
30 de dezembro de 2009
Dez
O ano acabou e de presente ganhei uma semaninha de recesso. Aliás, em um espaço de um ano muita coisa mudou: sai de casa, casei, terminei a faculdade, arranjei um emprego, comecei a yoga, engordei, emagreci e fiquei com vontade de largar tudo e fugir pra praia. Pro ano que vem? Será que vai ter tantas mudanças boas como esse? Não sei. Quero uma vida mais saudável, mais felicidade no meu oito-às-dezoito, mais dinheiro na caixinha, mais tico-tico no fubá e, bem, o que mais vier é lucro! E quando será que os anos vão deixar de ser dois mil para serem só os dois últimos número? "Em 10 eu fui pra Bahia". Não, fica muito estranho ainda. Ok, bom dez pra gente!
22 de setembro de 2009
Om
Eu devo ser a pessoa mais inusitada em uma aula de yoga às sete da manhã em uma segunda-feira. Não tenho um físico invejável, gosto de carne, acho que bebidas alcóolicas são indispensáveis, não sou zen e acho bem estranho aquelas palavras todas em sânscrito nos mantras e posições. Não sei explicar, mas adoro aquelas horas no mundo paralelo em que eu sou um barco, uma vela, um cachorro de cabeça baixa, um guereiro e mais um monte de outras coisas. Ninguém imagina que eu sou capaz de ir para o boteco na terça, dormir lá pras duas da manhã e acordar às seis e meia pra pegar meu tapetinho, colocar uma roupa confortável e partir pra India.
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