24 de outubro de 2008

Sonhos


Sono incalculável, olhos que mal conseguem se abrir, a cabeça não sabe muito bem se já está nos sonhos ou ainda naquele resquício de realidade. De repente sinto um abraço tão leve, tão meu. Só há tempo para respirar fundo, beijar aquele braço e dizer um "boa noite, meu bem!", mesmo que já seja dia.

Um comentário: